RESILIA (Resilient Mental Health and Empowerment for migrant and displaced women in Vulnerable Contexts) é um projeto co-financiado pela Comissão Europeia e coordenado pelo Piaget (Portugal), que aborda os desafios de saúde mental enfrentados por mulheres cis e trans migrantes e deslocadas em situações vulneráveis, incluindo sobreviventes de tráfico de seres humanos e de violência, bem como refugiadas e requerentes de asilo.

Operando a partir de Portugal, França, Bélgica, Países Baixos e Bulgária, o projeto adota abordagens informadas pelos cuidados com o trauma, culturalmente sensíveis e com perspetiva de género para responder às necessidades específicas destas mulheres.

O principal objetivo do RESILIA é dotar os Estados-Membros da União Europeia de conhecimento, ferramentas e práticas escaláveis baseadas em evidências para melhorar as políticas e os sistemas de saúde mental para atender a esta população. Ao abordar barreiras estruturais, estigma e discriminação, o projeto promove abordagens inclusivas e orientadas para a prevenção, alinhadas com as estratégias da UE.

Financiamento projecto Resilia: Co-financiado pela União Europeia.

O projeto combina investigação participativa, co-criação e envolvimento entre pares para impulsionar uma mudança sistémica. As ações principais incluem:

Ao abordar os desafios únicos enfrentados por mulheres migrantes e deslocadas, o RESILIA promove resiliência sistémica e justiça social, aumentando a consciencialização e capacitando os diversos intervenientes para avançar soluções sustentáveis de saúde mental em toda a Europa.

Reunião de lançamento

No dia cinco e seis de novembro de 2025, parceiros de Portugal, França, Bélgica, Países Baixos e Bulgária, juntaram-se para a reunião de lançamento do RESILIA — Resilient Mental Health and Empowerment for Migrant and Displaced Women (Saúde Mental Resiliente e Empoderamento para Mulheres Migrantes e Deslocadas).

Liderado pelo Piaget, o projeto tem como parceiros a La Strada International (Países Baixos), a Animus Association Foundation (Bulgária), a CCEM (França), a Pag-Asa (Bélgica) e a MIST (França).

O projeto iniciou assim uma viagem de três anos até uma Europa mais inclusiva e empoderada.

Brevemente.