SimSaúde reforça o seu papel na formação prática com 355 participantes no ano letivo 2025/2026

O SimSaúde consolidou, no ano letivo 2025/2026, o seu papel como um recurso estratégico na formação dos estudantes da Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Viseu. De acordo com o Relatório de Atividades, foram aprovadas e concretizadas 12 sessões de simulação clínica, envolvendo um total de 355 participantes.

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SimSaúde reforça o seu papel na formação prática com 355 participantes no ano letivo 2025/2026

O SimSaúde consolidou, no ano letivo 2025/2026, o seu papel como um recurso estratégico na formação dos estudantes da Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Viseu. De acordo com o Relatório de Atividades, foram aprovadas e concretizadas 12 sessões de simulação clínica, envolvendo um total de 355 participantes.

O relatório sistematiza as atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo, identificando os cursos e as unidades curriculares envolvidos, os recursos de simulação utilizados e o impacto formativo das iniciativas realizadas. As sessões abrangeram quatro áreas de formação, com predominância da Fisioterapia e da Enfermagem, e incluíram também atividades interdisciplinares que reuniram estudantes de diferentes cursos em torno de objetivos pedagógicos comuns.

A simulação clínica permitiu aos estudantes aplicar, pela primeira vez, em contextos próximos da realidade profissional, os conhecimentos teóricos e as competências técnicas adquiridos ao longo da formação. Este contacto com cenários simulados constituiu um importante facilitador da transferência de aprendizagens para a prática, reforçando a preparação para a intervenção em contexto real.

Entre os cenários desenvolvidos destacaram-se situações de elevada exigência clínica, como o Suporte Avançado de Vida, a Hemorragia Maciça e a Ventilação Mecânica Não Invasiva, que desafiaram os estudantes a tomar decisões fundamentadas sob pressão e a desenvolver o raciocínio clínico em ambientes seguros e controlados.

As sessões promoveram igualmente o desenvolvimento de competências transversais essenciais ao exercício das profissões da saúde, nomeadamente a comunicação eficaz, o trabalho em equipa e a coordenação entre diferentes profissionais. Estas dimensões foram particularmente valorizadas nas atividades de role-play e nas iniciativas interdisciplinares, proporcionando experiências de aprendizagem centradas na colaboração e na qualidade dos cuidados.

Outro dos pilares das atividades foi o debriefing estruturado, presente em todas as sessões. Este momento de reflexão permitiu aos estudantes analisar criticamente o seu desempenho, identificar oportunidades de melhoria e consolidar aprendizagens, contribuindo para o desenvolvimento da capacidade de autoavaliação e da prática reflexiva.

Os resultados alcançados ao longo do ano letivo evidenciam o crescimento do SimSaúde, tanto em volume de atividade como na diversidade das metodologias e dos cursos envolvidos. O relatório aponta, contudo, desafios para os próximos anos, nomeadamente a integração formal da simulação nas unidades curriculares, o reforço da formação contínua dos docentes em metodologias de simulação e de debriefing e a implementação de um sistema de registo e monitorização das atividades.

Mais do que um complemento à formação, a simulação clínica afirma-se como uma metodologia de ensino sustentada por evidência científica, com impacto reconhecido na qualidade da aprendizagem e na preparação dos futuros profissionais de saúde. O investimento contínuo no SimSaúde representa, por isso, um compromisso com a excelência da formação e, consequentemente, com a qualidade dos cuidados de saúde prestados à comunidade.

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