A inteligência artificial está a mudar os ciberataques. A formação em Cibersegurança ganha ainda mais importância.

À medida que a inteligência artificial torna os ciberataques mais sofisticados, aumenta também a necessidade de profissionais especializados em cibersegurança. A formação nesta área assume um papel cada vez mais relevante para responder aos desafios de um mundo cada vez mais digital.

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A inteligência artificial está a mudar os ciberataques. A formação em Cibersegurança ganha ainda mais importância.

A inteligência artificial está a abrir novas possibilidades em várias áreas, mas também está a criar novos desafios na proteção dos sistemas digitais. A capacidade de identificar e explorar vulnerabilidades de forma autónoma está a elevar a sofisticação das ameaças e a colocar novos desafios às organizações.

Uma nova geração de ciberataques

O fenómeno já está a ser observado. Desde julho, diferentes empresas tecnológicas têm reportado ataques realizados por sistemas de inteligência artificial durante a fase de testes de segurança, mostrando como estas ferramentas podem assumir um papel cada vez mais autónomo na identificação e exploração de vulnerabilidades.

O cenário levou empresas de tecnologia a reforçar as suas medidas de segurança e a defender uma resposta conjunta perante esta nova realidade. Mais de uma centena de empresas, incluindo a OpenAI, Anthropic e Google, apelaram a uma resposta global para proteger hospitais, sistemas de água e outros serviços essenciais contra ciberataques potenciados por IA.

A evolução destas ameaças mostra que a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão tecnológica. À medida que a IA aumenta a capacidade e a autonomia dos ataques, torna-se essencial contar com profissionais capazes de antecipar riscos, identificar vulnerabilidades e proteger sistemas e informação.

Formação para responder aos novos desafios

Neste contexto, a formação especializada assume um papel cada vez mais relevante.
No Piaget, o CTeSP em Cibersegurança prepara profissionais para responder a necessidades concretas da área, combinando formação técnica, prática aplicada e contacto com contextos reais de trabalho. A formação está disponível em Almada e chega agora também a Viseu, reforçando a oferta do Piaget numa área cada vez mais necessária.

Os estudantes desenvolvem competências para analisar riscos e vulnerabilidades, apoiar medidas de segurança digital e monitorizar redes, sistemas e dados.
O curso prepara para funções técnicas como técnico de cibersegurança, técnico de redes e técnico de suporte especializado, permitindo ainda prosseguir estudos para uma licenciatura.

Num mundo em que a inteligência artificial está a transformar também as ameaças digitais, preparar profissionais para acompanhar esta evolução e proteger sistemas, redes e dados é uma necessidade cada vez mais concreta.

Consulta a oferta formativa e conhece o CTeSP em Cibersegurança nos campus de Almada e Viseu.

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